
Bem aventurado o meu amigo Sr.C, que postou aqui uma maravilhosa critica do filme Toy Sotry 3. Como ví o filme um pouco depois dele, acabou que ele ficou com a crítica, não eu. Sobrou para mim ver a outra grande franquia das animações digitais, Shrek, que também encerra a sua saga com o seu quarto capítulo.
Quando eu falo "sobrou pra mim", deve ter ficado a impressão que eu estou escrevendo neste momento a crítica de um filme deplorável. Perto de Toy Story 3, ele chegap erto disso. Mas, analisando "Shrek para sempre" de maneira unificada, percebemos que a Dreamworks passa os 93 minutos de duração do filme tentando fazer algo que parecia impossível: dar a redenção a uma série que acabou de maneira insonsa (em seu terceiro capítulo, "Shrek Terceiro").
E a Dreamworks consegue novamente.
Shrek, por sí só, já poderia ser considerado o "punk rock" das animações. Crítica a Disney, a Pixar e toda a forma de cultura POP de maneira divertídissima sem deixar de ser infantil. O ogro que se apaixona pela princesa, com o tempo, se tornou símbolo de uma interessante
contra-cultura dos anos 2000. O segundo filme da franquia (Sem subtítulos rebuscados, chamado apenas de Shrek 2) acentua ainda mais esse lado transgressor de Shrek, pecando apenas em deixar de lado a infantilidade, que também é muito importante em uma animação desse porte.
O terceiro filme não só estragou a qualidade da franquia, com otambém estragou toda a ideologia que gira em torno dela. mais preocupado em vender brinquedos pelas redes Mcdonald's do que com a qualidade do roteiro, o filme peca por abraçar os clichês dos filmes do gênero, mas agora não como um deboche, e sim, como parte do corpo narrativo. O sucesso de marketing e bilheterias foi garantido. Agora, que o filme foi um furo no coração dos fãs, isso não se pode negar de maneira alguma.
Depois de ler esses dois parágrafos, o leitor deve entender então, como deve ser díficil redimir uma saga que foi enterrada de maneira tão pretensiosa e ruim. Pior do que um filme ruim, é um filme sem ideal, e "Shrek Terceiro" foi isso.
Já "Shrek Para sempre" pode não ser uma obra prima, um filme inovador como os dois primeiros. Longe disso, é um filme comum que decepciona todos aqueles que esperavam um filme que pelo menos fizesse jus ao seu concorrente animado da Disney/Pixar. Mas ainda assim, é um filme que resgata o humor à saga, e que usa de recursos narrativos muito inteligentes e criativos para renovar personagens que já estavam repetitivos, como a princesa/ogra Fiona e o Gato de Botas.
O recurso narrativo inclusive, é o ponto alto do filme. Colocar Shrek em uma "dimensão paralela" resolve boa parte dos problemas que um filme do Ogro fedorento deve ter. Com essa dimensão, o ogro tem uma missão, tem uma lição de moral ("não reclame de barriga cheia"), tem novos personagens, tem um vilão interessante (um dos mais criativos da franquia) e ainda temos conceitos divertidissimos para os cuadjuvantes já batidos.
Isso torna a história um tanto "externa", como se ela não pertencesse a franquia, a cronologia, por que ela não acrescenta nada propriamente dito para a "cronologia ogriana". Mas, é essa falta de preocupação com os limites impostos por cada personagem e pela própria trama acaba caindo como uma luva para o universo do ogro. É como uma interessante fuga da mesmice que já matava a franquia a muito tempo.
O grande erro do filme é o grande erro de quase todos os filmes. Clichê. Coisas como "para salvar tudo, tem que ter o beijo de amor verdadeiro" ou Rebelião boazinha vs Ditadura malévola são coisas que incomodam durante a sessão. Mas nada que supere a senssação de ver o Ogro ter finalmente, um final feliz. Tanto no enredo, quanto para nós, que só queríamos um final decente para ele.
Seria muito bom se esse fosse o honroso capítulo final de uma franquia tão interessante. Infelizmente, um filme do Gato de Botas já esta sendo produzido e a Dreamworks estuda a possibilidade de incluir um do Burro nesse bolo. Não é o dragão, nem Rumpelstilskin, nem qualquer outro vilão que Shrek e sua turma já tiveram que pode matar o Ogro. É sim, a desprezível ganância que assola hollywood.
Quem sabe um bravo cavalheiro, algum dia, não possa vencer esse monstro tão vil que atormenta boas franquias como essa?
NOTA: 7,0
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Sim, eu vi Shrek para sempre.
Redigido por Paraíba às 11:01 3 comentários
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sábado, 31 de julho de 2010
O Doutor Pop: Um entusiasta da Ciência

Michio Kaku nasceu em 1947 em Palo Alto, na Califórnia-EUA. Desde muito pequeno se mostrou imensamente interessado em Ciência e quando jovem construiu um acelerador de partículas de 2,3 milhões de volts na garagem de seus pais (episódio que resultou na queima de todos os fusíveis da casa e consequente falta de energia) e após o acontecimento ingressou na universidade de Harvard, onde se formou como Bacharel em Física em 1968.
Confesso fã de Ficção Científica, Michio Kaku se tornou PhD em 1972, conheceu grandes figuras da área como Stephen Hawking e Carl Sagan, apareceu em diversos programas de TV, deu entrevistas para Talk Shows, tornando-se um verdadeiro entusiasta da ciência.
Co-criador da teoria de campos de corda, Michio Kaku procura sempre deixar suas explicações o menos maçantes possível, mostrando o quanto a Ciência pode ser legal se bem trabalhada!
Recentemente ele passou pelo Brasil e concedeu uma entrevista ao programa "Espaço Aberto: Ciência e Tecnologia" do canal GloboNews, que pode ser assitida na íntegra logo abaixo. Nela, Michio, que já é considerado um dos homens mais inteligentes do mundo, disserta bastante sobre a Ciência do Impossível (coisas como Invisibilidade, Teletransporte e Viagens no tempo), além de fazer uma analíse interessante do momento tecnológico que vivemos, falando inclusive do Brasil. Assista:
Bibliografia de Michio Kaku :(Fonte: Wikipédia)
* Hiperespaço; 2000; Rocco
* Para além de Einstein; 1987; Europa-América
* Visões; 1998; Editorial Bizâncio
* O Cosmos de Einstein; 2005; Gradiva
* Visões do Futuro; 2001; Rocco
* O Cosmo de Einstein; 2005; Companhia das Letras
* A Física do Impossível, 2008, Editorial Bizâncio
* Mundos Paralelos, 2009, Editora Rocco
Gostou deste post? Talvez goste desse também:
- Entenda tudo sobre Viagens no Tempo
- O que é "Ciência de Borda"? (destaque para série de TV Fringe)
Redigido por Doutor Radioativo às 17:21 0 comentários
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Saiu o trailer de Thor!

Após a comic-con, em San Diego, Califórnia, uma boa alma se deu o trabalho de siponibilizar o trailer. O grande problema é que a Marvel tá tirando a torto e a direito todos os links que encontra.
Achei, por acaso, um bom bem aqui:
http://thefilmstage.com/2010/07/29/thor-trailer/?utm_source=wordtwit&utm_medium=social&utm_campaign=wordtwit
Corram, antes que a Marvel tire esse também.
O que eu achei? Olha, bem, pensando....FICOU FOOOOOOOODA DEMAIS!
Nunca imaginei que o velho Kennet conseguiria fazer um universo Thor SEM ELEMENTOS VIKINGS MUITO CLAROS se tornar tão fodão, tão expansivo.
Só que, como grnade fã de rock, senti falta da música "God of Thunder", do Kiss. Acho que ela geraria uma associação tão boa quanto "Iron Man" do Black Sabbath gerou em Homem de Ferro.
Segue um vídeo da música, percebam como ela casaria perfeitamente no trailer:
Fodástico né?
Fonte: melhoresdomundo.net
(ATUALIZAÇÃO: Retiraram o vídeo. Quem viu, viu)
Redigido por Paraíba às 08:25 0 comentários
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
The Edukators

"Ideologia! Quero uma pra Viver" - Disse o poeta uma vez.
É fato que hoje em dia poucos pessoas vivem uma ideologia, seja ela qual for, afinal vivemos uma vida confortavel e não temos mais pelo que lutar, não é? Aparentemente tudo já foi feito.
O filme "The Edukators"(Die fetten jahre sind vorbei-2004) dicute justamente esse tema e indaga qual o papel do jovem no mundo atual, porque não vemos mais grandes movimentos estudantis ou mesmo porque estamos tão acomodados com essa realidade.
Em certo ponto do filme um dos personagens diz que "antigamente era só ter o cabelo grande e usar drogas que o sistema estava automaticamente contra você. Hoje camisetas do Che Guevara e adesivos com o simbolos de anarquia são vendidos em Shopings" e este é apenas um dos excelentes diálogos presentes nesse longa. Um filme que com toda certeza vai te fazer pensar sobre o mundo a sua volta e perceber que, no fim das contas, nem tudo foi feito ainda.
A trama gira em torno de dois jovens ativistas, Jan e Peter, que durante o dia saem as ruas para protestar contra a injustiça do sistema capitalista de produção e a burguesia que o alimenta, mas durante a madrugada invadem mansões com o intuito de revirar a mobília e deixar mensagens de protesto, sem roubar nada, apenas deixando a marca dos "Educadores".
Conforme a trama se desenrola a namorada de Peter, Jule, se envolve no esquema, mas acaba esquecendo seu celular em uma das mansões e ao invadir a casa novamente para recuperar o telefone, o empresário dono da casa os surpreende, sendo sequestrado pelo trio.
A partir daí, o filme se passa quase que interamente em uma casa isolada onde discutem sobre seus ideais e sentimentos, sendo que o rico empresário Hardenberg se mostra um ex-revolucionário e confronta os garotos com um futuro conformista em que a utopia desaparece dos pensamentos.
Além de interpretações excelentes, o filme conta ainda com a precisa direção de Hans Weingartner, que não deixa a peteca cair nem mesmo quando o assunto do filme é desviado para um triângulo amoroso entre os protagonistas, sem falar na trilha sonora muito bem escolhida.
Filmes que incitam um debate filosófico como "The Edukators" estão em extinção e por isso vale a pena garimpar um pouco por aí para encontrar esta pérola do cinema alemão e refletir um pouco sobre o que você está fazendo para mudar o mundo (que precisa urgente de mudanças), o que não é dificil, afinal: "Todo coração é uma célula revolucionária!", não é?
Redigido por Doutor Radioativo às 15:50 0 comentários
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
Um dia sem mexicanos!

Dados estatísticos comprovam que um terço da população ativa da Califórinia é formada por latinos- mexicanos, hondurenhos, cubanos e imigrantes da América Central como um todo- e descendentes de latinos e também é conhecida a dura repressão que as autoridades norte-americanas impõem aos imigrantes ilegais.
O filme "Um dia sem mexicanos" ("A day whitout a Mexican" -2004) começa mostrando o cotidiano de algumas pessoas da Califórnia, desde uma reporter latina até um senador racista, passando por um ativista xenófobo e pró-deportação, entre outros personagens com visões bem diferentes sobre a imigração de latinos nos EUA, quando de uma hora para outra todos os latinos desaparecem de lá.
O súbito desaparecimento de milhares de pessoas não só assusta todos os californianos como também transforma o Estado em uma anarquia, porque os habitantes finalmente percebem que a "invasão" latina é benefica para os dois lados.
A partir do acontecimento acima o diretor Sérgio Arau mostra com um humor fino todas as consequências da realização deste "sonho" californiano (e norte-americano, por tabela) e é neste ponto que o filme deixa de ser somente uma ficção sobre o fato e passa a ser uma dura critica ao preconceito e a exploração, mostrando a quem quiser que os latinos fazem muito mais que simplesmente "roubar" a assitência social do Estado.
No decorrer do filme, o colapso social é evidente e Arau ainda encaixa uma "cobertura jornalistica" do fato (deixando o filme com cara de documentário) que demonstra por a mais b que mesmo que os latinos custem milhões aos cofres públicos, eles produzem bilhões com sua mão-de-obra barata.
Óbvio que o tema é muito espinhoso para ser tratado em um longa com tons de comédia, mas é bem interessante notar como o diretor é capaz de nos arrancar gargalhadas em determinadas cenas e fazer-nos refletir sobre geo-politica e preconceito em outras.
Existem defeitos no filme, como um exagero de tramas paralelas, envolvendo desde casos extraconjugais até uma família e sua filha adotiva, mas nada que se sobreponha a trama principal do longa, deixando ainda uma critica velada as conhecidas novelas mexicanas com suas milhares de sub-tramas e uma enrolação que só os espectadores do SBT consegeum engolir.
Enfim, "Um dia sem Mexicanos" tem o mérito de tornar engraçado uma situação que não deveria ter graça nenhuma e consegue isso contando apenas com um bom trabalho de direção que não desrespeita ninguém, mas cobra respeito de muitos.
Redigido por Doutor Radioativo às 10:51 0 comentários
sábado, 19 de junho de 2010
Toy Story: Amigo Estou Aqui

Eu adoro ir ao cinema. Amo toda a experiência do telespectador se envolver com o filme, torcer pelo herói e odiar o vilão, ver emoções complexas serem transmitidas atráves de um simples ângulo de câmera, de uma expressão no rosto do personagem ou de uma nota musical. Não é a toa que vou quase todo fim-de-semana pegar um cineminha e, com o tempo, isso foi entrando na minha rotina. Semana após semana, eu presencio filmes empolgantes, alguns recheados de ação e outros cheios de diálogos inteligentes, mas era raro que um filme me marcasse. Entretanto, nessa última semana, eu tive a oportunidade de "sofrer" uma emoção dentro da sala de cinema inédita para mim, que me fez relembrar porque eu sou tão apaixonado por essa arte. Essa experiência ocorreu quando fui assistir "Toy Story 3".
Como muitos devem saber, "Toy Story" foi feito em 1995 e é considerado um dos primeiros longa-metragens feito completamente em animação digital. O filme virou um fenômeno, deixando todos loucos para ter um Buzz Lightyear na prateleira ou um Caubói Woody na cabeceira da cama. Crianças do mundo inteiro se encantaram com esse universo. Na epóca, era comum ver garotos e garotas sentados na sala de estar das suas casas revendo a fita cassete pela vigésima quinta vez enquanto brincavam no tapete com seus bonecos do Cabeça-de-Batata.
Após "Toy Story 2" em 1999, abordando o medo do esquecimento que assombra os brinquedos, a Pixar chegou em 2009 anunciando o terceiro capítulo dessa saga que iria abordar, pasmem, a ida de Andy, o dono dos brinquedos, a faculdade e as consequências disso para Buzz Lightyear e Cia. Sinceramente, eu não estava com muita expectativa. O desconhecido Lee Unkrich, co-diretor de "Procurando Nemo", iria assumir a direção e John Lasseter, renomano diretor dos dois primeiros "Toy Story", iria ficar apenas no roteiro junto com Michael Artnd("Pequena Miss Sunshine"). A vontade de ver era tão pouca que, quando cheguei ao caixa do cinema, dei preferência para Kick-Ass mas acabei pegando a sessão de "Toy Story 3" como substituição. Apesar de acidental, escolher um filme para criança e recusar mais um filme de ação foi uma das coisas mais acertadas que eu já fiz.
Quinze anos se passaram desde o primeiro filme e as crianças que viram "Toy Story" naquela epóca hoje se tornaram universitários e pais de família. Foi particularmente estranho estar presente numa sessão de um filme infantil e constatar que só havia seis crianças entre as sessenta pessoas presentes.As luzes se apagaram e a expectativa do reencontro começou a tomar conta do meu organismo. Os trailers simplesmente passaram, sem que eu prestasse atenção.O filme finalmente começa e é inevitável um sorriso surgir ao ver e ouvir as vozes de velhos amigos como Buzz e Woody na telona mais uma vez. Logo nos minutos iniciais, começa a tocar a tipíca música-tema, "Amigo Estou Aqui", acompanhado por uma sequência de cenas que mostra a infância do Andy atráves de fragmentos de vídeos caseiros. Nessa hora, é impossível evitar a viagem até os tempos de moleque.A emoção bate na goela.
No desenrolar da trama, observamos um filme mais triste que o normal. Os pesadelos que rondavam a turma de brinquedos em "Toy Story 2" começam a acontecer de verdade. Durante as quase duas horas de filme, eles são esquecidos, doados, mal-tratados e até mesmo jogados fora. Mas isso não quer dizer que não tenha momentos engraçadissimos, como o Buzz Lightyear resetado tomando conta da prisão e o boneco Ben dando recaídas aqui e ali.
Apesar do roteiro ter um aspecto de comida requentada certas vezes, é inegável a qualidade do filme. Após irem parar por acidente na creche Sunnyside, Buzz e Cia. são subjugados pelo urso de pelúcia Lotso e seus comparsas, que os aprisionam, até que Woody cria um plano para resgatá-los. Essa é a basicamente a história do filme. Mas o que chama destaque aqui é o jeito que a história é contada. A referência ao comunismo na hierarquia de brinquedos na creche Sunnyside, o jeito que os corredores da creche mudam de alegres para aterrorizantes com uma mera mudança de ângulo e a utilização de um bebê de brinquedo como brutamontes são algumas das idéias geniais.
Entretanto, a confusão na creche acaba indo mais longe do que se pensava e eles acabam indo parar no Lixão, rendendo uma das cenas mais avassaladoras da película. Próximo do fim do filme e após fazerem de um tudo para poderem sobreviver, a família de brinquedos do Andy acabam indo parar no Aterro Municipal, numa esteira que leva até um forno. Quando a vaqueira Jessie vira para Buzz e pergunta "E agora?", ele apenas segura sua mão. Ao perceber que todos aqueles esforços foram uma tentativa inútil de fugir de um fim inevitável, em vez de tentarem armar mais um plano de fuga, eles apenas seguram as mãos um dos outros e fecham os olhos. Nessa altura, eu já estava a beira de um infarto. Tudo isso apenas para surgir, de repente, uma solução salvadora e brotar um sorriso aliviado no rosto do telespectador.
A melhor parte do filme fica nos últimos trinta minutos. A despedida final dos personagens para com o público é de emocionar até o mais frio dos assassinos. Ver Andy descrevendo os bonecos um por um foi como se nós falassemos atráves dele. Tudo ali, a última brincadeira, o Woody soltando um sonoro"Adeus, parceiro", praticamente tudo me deixava mais encolhido na cadeira com ar choroso. Cada minuto que se passava era um lamento pois era um minuto mais próximo do fim. Entenda, eu sou um jovem moderno padrão, me empolgo fácil e me emociono raramente como todo adolescente, mas ao ver aquelas figuras que me acompanharam desde que me dou por gente tendo um desfecho, encontrando um fim digno, foi uma mistura de emoções extremamente poderosa. Foi como dar o último adeus ao teu melhor amigo, um fim doloroso e delicioso ao mesmo tempo. Quando acabou o filme, eu observei as crianças correndo entre as cadeiras e suspirei, com uma mistura de saudade e inveja daqueles que desfrutam essa coisa maravilhosa que é a infância.
Exatamente por essas experiências únicas que eu comecei adorar o cinema e parabenizo a Pixar por ter dado a mim e a milhões de outras pessoas a oportunidade de acompanhar a jornada desses meros brinquedos que carregaram nas costas os nossos corações durante esses quinze anos.
Redigido por Sr.C às 21:52 16 comentários
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terça-feira, 1 de junho de 2010
Sim, eu vi A Estrada.

Mal chegamos no meio do ano e eu já vi muitos filmes que eram longamente esperados pela crítica. "Homem de Ferro 2", "Alice no país das maravilhas" (decepcionantemente bobo) e "Robin Hood" (chato ao extremo).
Redigido por Paraíba às 10:35 1 comentários
Marcadores: cinema
sexta-feira, 14 de maio de 2010
RollerCoaster e o cinema definhando!

Quem, em sua infância marota, nunca jogou The Sims, Sim City ou o MELHOR QUE TODOS OS ANTERIORES RollerCoaster?
Redigido por Paraíba às 09:54 0 comentários
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sexta-feira, 30 de abril de 2010
Sim, eu vi Homem de Ferro 2 (por Capitão Brasil)

"O Cavaleiro das Trevas" não é um filme sobre o Batman. É sobre poder e caos.
Redigido por Paraíba às 23:01 1 comentários
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terça-feira, 27 de abril de 2010
Dois Vingadores confirmados!


Redigido por Paraíba às 10:52 0 comentários
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
Por que Sin City 2 DEVE ser filmado!

No site "Judão", uma das principais fontes sobre quadrinhos na internet brasileira, a última noticia do filme foi em 8/12/2008.
Redigido por Paraíba às 10:56 0 comentários
Marcadores: cinema, Pense Nisso, Quadrinhos Estrangeiros
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Leonard Nimoy se aposenta!
Hoje, Leonard Nimoy, mais conhecido como o Sr.Spock da série original "Jornada nas Estrelas" anunciou que iria se aposentar.De acordo com ele, os motivos são muitos, mas o maior deles é o fato dele "adorar sair em uma boa hora".
Redigido por Paraíba às 11:13 0 comentários
domingo, 4 de abril de 2010
E os Vingadores, como eu faria?

Seguindo a linha do post do Sr.C, vamos brinca de executivo e bolar um bom filme pros "Quase maiores heróis da terra".
Redigido por Paraíba às 10:50 0 comentários
Marcadores: cinema, Quadrinhos Estrangeiros
segunda-feira, 8 de março de 2010
Impressões do trailer de Iron Man 2.

Redigido por Paraíba às 16:27 0 comentários
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domingo, 7 de março de 2010
Cobertura Oscar 2010
Redigido por Paraíba às 16:58 5 comentários
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Oscar 2010-Meus ganhadores!

Bom pessoal, como de costume, faremos a transmissão do Oscar 2010 ao vivo aqui no Radioativo, com atualizações constantes em F5, a partir das 22:00.
Melhor filme Avatar Um sonho possível Distrito 9 Educação Guerra ao terror Bastardos inglórios Preciosa Um homem sério Up – Altas aventuras (VENCEDOR) Amor sem escalas
Melhor direção: James Cameron, Avatar/ Kathryn Bigelow, Guerra ao terror/ Quentin Tarantino, Bastardos inglórios (VENCEDOR) Lee Daniels, Preciosa Jason Reitman, Amor sem escalas
Melhor ator Jeff Bridges, Coração louco George Clooney, Amor sem escalas” Colin Firth, A single man Morgan Freeman, Invictus (VENCEDOR) Jeremy Renner, Guerra ao terror
Melhor ator coadjuvante Matt Damon, Invictus Woody Harrelson, The messenger Christopher Plummer, The last station Stanley Tucci, Um olhar do paraíso Christoph Waltz, Bastardos inglórios (VENCEDOR)
Melhor atriz Sandra Bullock, Um sonho possível (VENCEDOR) Helen Mirren, The last station Carrey Mulligan , Educação Gabourey Sidibe, Preciosa Meryl Streep, Julie & Julia
Melhor atriz coadjuvante Penélope Cruz, Nine (VENCEDOR) Vera Farmiga, Amor sem escalas Maggie Gyllenhaal, Coração louco Anna Kendrick, Amor sem escalas Mo’Nique, Preciosa
Melhor animação Coraline O fantástico Sr. Raposo A princesa e o sapo O segredo de Kells Up – Altas aventuras (VENCEDOR)
Melhor filme estrangeiro Ajami El secreto de sus ojos The milk of sorrow Un prophète A fita branca (VENCEDOR)
Melhor direção de arte Avatar (VENCEDOR) O mundo imaginário do Dr. Parnassus Nine Sherlock Holmes” The young Victoria”
Melhor cinematografia Avatar (VENCEDOR) Harry Potter e o enigma do príncipe” Guerra ao terror Bastardos inglórios A fita branca
Melhor figurino Bright star Coco antes de Chanel (VENCEDOR) O mundo imaginário do Dr. Parnassus Nine The young Victoria
Melhor edição Avatar Distrito 9 Guerra ao terror Bastardos inglórios (VENCEDOR) Preciosa
Melhor maquiagem Il Divo Star trek (VENCEDOR) The young Victoria
Melhor trilha sonora Avatar O fantástico Sr. Raposo Guerra ao terror Sherlock Holmes (VENCEDOR) Up – Altas aventuras
Melhor canção Almost there”, “A princesa e o sapo Down in New Orleans”, “A princesa e o sapo (VENCEDOR) Loin de Paname”, “Paris 36 Take it all”, “Nine The weary kind”, “Crazy heart
Melhor roteiro original Guerra ao terror Bastardos inglórios The messenger Um homem sério Up – Altas aventuras (VENCEDOR)
Melhor roteiro adaptado Distrito 9 Educação In the loop Preciosa Amor sem escalas (VENCEDOR)
Melhores efeitos visuais Avatar (VENCEDOR) Distrito 9 Star trek
Melhor som Avatar Guerra ao terror (VENCEDOR) Bastardos inglórios Star trek” Transformers: A vingança dos derrotados”
Melhor edição de som Avatar Guerra ao terror (VENCEDOR) Bastardos inglórios Star trek Up – Altas aventuras
Melhor documentário Burma VJ The cove Food, Inc. The most dangerous man in America: Daniel Ellsberg and the Pentagon papers” Which way home” (não pude assistir a nenhum até o momento)
Melhor documentário em curta-metragem China’s unnatural disaster: The tears of Sichuan province The last campaign of governor Booth Gardner The last truck: Closing of a GM Plant Music by Prudence Rabbit à la Berlin (não pude assistir a nenhum até o momento)
Melhor curta-metragem The door Instead of Abracadabra Kavi Miracle fish The new tenants (não pude assistir a nenhum até o momento)
Melhor curta-metragem de animação French roast Granny O’Grimm’s Sleeping Beauty The lady and reaper Logorama A matter of loaf and death (não pude assistir a nenhum até o momento)
Redigido por Paraíba às 15:29 0 comentários
Marcadores: cinema












