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quarta-feira, 21 de julho de 2010

The Edukators



"Ideologia! Quero uma pra Viver" - Disse o poeta uma vez.


É fato que hoje em dia poucos pessoas vivem uma ideologia, seja ela qual for, afinal vivemos uma vida confortavel e não temos mais pelo que lutar, não é? Aparentemente tudo já foi feito.
O filme "The Edukators"(Die fetten jahre sind vorbei-2004) dicute justamente esse tema e indaga qual o papel do jovem no mundo atual, porque não vemos mais grandes movimentos estudantis ou mesmo porque estamos tão acomodados com essa realidade.
Em certo ponto do filme um dos personagens diz que "antigamente era só ter o cabelo grande e usar drogas que o sistema estava automaticamente contra você. Hoje camisetas do Che Guevara e adesivos com o simbolos de anarquia são vendidos em Shopings" e este é apenas um dos excelentes diálogos presentes nesse longa. Um filme que com toda certeza vai te fazer pensar sobre o mundo a sua volta e perceber que, no fim das contas, nem tudo foi feito ainda.

A trama gira em torno de dois jovens ativistas, Jan e Peter, que durante o dia saem as ruas para protestar contra a injustiça do sistema capitalista de produção e a burguesia que o alimenta, mas durante a madrugada invadem mansões com o intuito de revirar a mobília e deixar mensagens de protesto, sem roubar nada, apenas deixando a marca dos "Educadores".

Conforme a trama se desenrola a namorada de Peter, Jule, se envolve no esquema, mas acaba esquecendo seu celular em uma das mansões e ao invadir a casa novamente para recuperar o telefone, o empresário dono da casa os surpreende, sendo sequestrado pelo trio.
A partir daí, o filme se passa quase que interamente em uma casa isolada onde discutem sobre seus ideais e sentimentos, sendo que o rico empresário Hardenberg se mostra um ex-revolucionário e confronta os garotos com um futuro conformista em que a utopia desaparece dos pensamentos.

Além de interpretações excelentes, o filme conta ainda com a precisa direção de Hans Weingartner, que não deixa a peteca cair nem mesmo quando o assunto do filme é desviado para um triângulo amoroso entre os protagonistas, sem falar na trilha sonora muito bem escolhida.

Filmes que incitam um debate filosófico como "The Edukators" estão em extinção e por isso vale a pena garimpar um pouco por aí para encontrar esta pérola do cinema alemão e refletir um pouco sobre o que você está fazendo para mudar o mundo (que precisa urgente de mudanças), o que não é dificil, afinal: "Todo coração é uma célula revolucionária!", não é?

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Um dia sem mexicanos!




Dados estatísticos comprovam que um terço da população ativa da Califórinia é formada por latinos- mexicanos, hondurenhos, cubanos e imigrantes da América Central como um todo- e descendentes de latinos e também é conhecida a dura repressão que as autoridades norte-americanas impõem aos imigrantes ilegais.
O filme "Um dia sem mexicanos" ("A day whitout a Mexican" -2004) começa mostrando o cotidiano de algumas pessoas da Califórnia, desde uma reporter latina até um senador racista, passando por um ativista xenófobo e pró-deportação, entre outros personagens com visões bem diferentes sobre a imigração de latinos nos EUA, quando de uma hora para outra todos os latinos desaparecem de lá.

O súbito desaparecimento de milhares de pessoas não só assusta todos os californianos como também transforma o Estado em uma anarquia, porque os habitantes finalmente percebem que a "invasão" latina é benefica para os dois lados.

A partir do acontecimento acima o diretor Sérgio Arau mostra com um humor fino todas as consequências da realização deste "sonho" californiano (e norte-americano, por tabela) e é neste ponto que o filme deixa de ser somente uma ficção sobre o fato e passa a ser uma dura critica ao preconceito e a exploração, mostrando a quem quiser que os latinos fazem muito mais que simplesmente "roubar" a assitência social do Estado.
No decorrer do filme, o colapso social é evidente e Arau ainda encaixa uma "cobertura jornalistica" do fato (deixando o filme com cara de documentário) que demonstra por a mais b que mesmo que os latinos custem milhões aos cofres públicos, eles produzem bilhões com sua mão-de-obra barata.

Óbvio que o tema é muito espinhoso para ser tratado em um longa com tons de comédia, mas é bem interessante notar como o diretor é capaz de nos arrancar gargalhadas em determinadas cenas e fazer-nos refletir sobre geo-politica e preconceito em outras.

Existem defeitos no filme, como um exagero de tramas paralelas, envolvendo desde casos extraconjugais até uma família e sua filha adotiva, mas nada que se sobreponha a trama principal do longa, deixando ainda uma critica velada as conhecidas novelas mexicanas com suas milhares de sub-tramas e uma enrolação que só os espectadores do SBT consegeum engolir.

Enfim, "Um dia sem Mexicanos" tem o mérito de tornar engraçado uma situação que não deveria ter graça nenhuma e consegue isso contando apenas com um bom trabalho de direção que não desrespeita ninguém, mas cobra respeito de muitos.

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domingo, 4 de julho de 2010

Play Station 3 ou Xbox 360, eis a questão.







Ah, como era mais fácil alguns anos atrás... onde o topo do mercado era dominado apenas pela Sony, e as alternativas eram um PSone ou um PSone, e assim continuou com a geração do PlayStation 2. Porém o domínio acabou, a Microsoft com méritos conquistou parte do mercado da Sony. E na atualidade, uma das maiores dúvidas de um jovem nerd sedento por video games é: "Compro um PS3 ou um 360?". Na verdade esse post não terá objetivo de dar uma resposta definitiva, e sim mostrar que existem pontos positivos e negativos em cada plataforma, e depende do perfil do jogador para assim, escolher qual se encaixa mais. Vamos lá!

Hardware

- Vamos primeiro ao físico de cada console. Na teoria, o hardware do PS3 é bem superior ao do Xbox 360, apesar de funcionarem de maneiras diferentes(cada um com um foco na exibição de seus gráficos). Mas na prática, visto que a maioria dos jogos são multiplataforma(tem versões para ambos consoles), isso acaba se nivelando. A exceção são os jogos exclusivos para a plataforma da Sony, que exibem gráficos bem superiores ao concorrente da Microsoft.

- Uma das grandes preocupações de cada usuário, são os bugs que ficaram famosos pelo seus hardwares. Mais precisamente, as famosas "3 luzes vermelhas da morte", que no Xbox 360, quando acendem, o console deixa completamente de funcionar. Porém, tais bugs, como o super aquecimento do PS3, pertenceram às primeiras unidades fabricadas, e raramente acontecem com os novos consoles fabricados hoje.

Controles

- Nesse quesito a Microsoft larga bem na frente, os controles do Xbox são anatomicamente muito melhores, e garantem muito mais precisão nos games. Não que os do PS3 sejam ruins, porém a leveza dos seus analógicos podem irritar muito quando se precisa de um movimento preciso. Porém um ponto vai para o controle da Sony, que é carregado por bateria de lítio, e não pelas pilhas do 360.

Mídias

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Agora vem o fatality da Sony, enquanto o Xbox insiste em utilizar os limitados DVDs, o PS3 vem com suporte para Blu-rays. Para se ter uma comparação, um DVD chega a 8GB, e um Blu-ray a 50GB(sendo que estão chegando ao mercado Blu-rays com mais de 100GB!). Na geração passada, com o PS2, muito se falava na pouca qualidade em ler DVDs de filme no console, porém, isso muda no PS3, que inclusive é considerado um dos melhores e mais adaptados players de blu-ray no mercado. A Sony leva muita vantagem nesse quesito porque a maioria das pessoas não tem players de blu-ray em casa, e comprar um 2 em 1(console e player de blu-ray) é muito atrativo!

Jogos

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Agora vem o que realmente interessa, os jogos! Com a disputa entre Sony e Microsoft, também vieram os jogos exclusivos! Que apenas existem para certa plataforma. Mas antes de falar deles, é bom destacar a incrível plataforma de desenvolvimento que a Microsoft criou para seu console, conhecida como XNA, ela permite um desenvolvimento muito mais facilitado que a plataforma Sony. Em consquência disso, 90% dos games multiplataforma são desenvolvidos via XNA e convertidos depois para PS3, o que pode ocasionar uma perda de desempenho em certos jogos(Mais visto em jogos menores, já as grandes produtoras geralmente dão atenção maior nessa conversão).


- Quando o PS3 surgiu em 2006, o maior argumento para não compra-lo era que não haviam jogos desenvolvidos para ele. O motivo disso era que a plataforma era muito mais potente que a concorrente(360), e muitas empresas não souberam como usar isso. Em consequencia das boas vendas do Xbox 360, a Sony se viu perdendo a maioria dos seus exclusivos(GTA e Final Fantasy foram as perdas mais doloridas) que se tornaram multiplataforma. Em 2007, o cenário estava muito melhor para o Xbox, que contavam com muitos exclusivos e quase todos os jogos famosos de PS.


Por isso, vale destacar a competência da Sony em ressuscitar uma plataforma que foi declarada morta por muitos, os investimentos foram enormes, que acarretaram até em um ano negativo para a empresa. Sem jogos exclusivos, a empresa teve que cria-los, dai surgiram os excelentes LittleBigPlanet, MAG, Heavy Rain, Infamous, entre outros. Os jogos exclusivos para PS3 começaram a ter um padrão, a "excelência", que foi ainda pontuada com os espetaculares Uncharted 2 e o quebra quarteirões God of War III.

Enquanto isso a Microsoft continuou com mais títulos exclusivos, mas acabou comendo poeira pela qualidade de certos jogos para o console da Sony. Um dos grandes problemas da Microsoft hoje, é a falta de surgimento de jogos "inovadores", já que a empresa tem investido muito mais em sequência para seus sucessos, e acaba vendo jogos como LittleBigPlanet e Heavy Rain revolucionarem a jogabilidade, e God of War III com seus gráficos que chegam a ser assustadores.

- Mas afinal, quem ganha? A resposta é nenhuma das duas. Isso vai da escolha do jogador, sobre quais jogos se encaixam mais em ser perfil, com o Xbox vem os excelentes Halo, Fables e Mass Efect, já com a Sony vieram Uncharted 2(considerado melhor game de 2009), Killzone, Gran Turismo 5, entre outros já citados.


Kinect ou PlayStation Move?


Honestamente, não acho que nenhuma das duas tecnologias podem influenciar na sua escolha, pois ainda não foram lançadas, e até então, não foram demonstrados jogos que realmente empolguem. Mas se me permitem dar uma opinião, existe muita expectativa em torno do Kinect, porém críticos de mercado, assim como eu, consideram ele um produto fadado a falha. Porque? Primeiro que o nível de interatividade é bom, mas é enjoativo, a falta de um controle realmente faz falta. Segundo que os jogos apresentados aqui são ridículos, como defender pênaltis e praticar Yoga, só pensar em quanto tempo você enjoaria de ficar chutando uma bola invisível na sua sala, a não ser que você goste de dançar. A melhor definição para o Kinect é "Muita tecnologia, pouca diversão". Já o PSmove é uma grande cópia evoluída do Wii, evoluída porque? Apesar de ser engraçado(eu acho até feio) aquela bola gigante que muda de cor no topo do controle, aquilo tem um motivo para ser. Diferente do Wii, o PS3 captará o ponto luminoso do PSmove(entre outros pontos de captação), essa é exatamente a mesma tecnologia de captação de movimentos de Avatar, empolgante, não? Só faltam ver quais jogos sairão para a plataforma.

Conslusão

Não há ganhador, e sim pontos em cada um. Tentei fazer a análise o mais fria o possível, agora falta você escolher qual lado seguir! Dos Sonystas ou Caixistas! ;D

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

As 5 facetas de LOST!


Desde 2004, a série americana da rede ABC, LOST, vem ganhando fãs e inimigos. Mas porque essa séries despertou tanto interesse do público? E porque muitos odeiam e amam a série? Vamos listar 5 fatores que tornam Lost, na minha opinião, a série mais completa da história da televisão americana(não digo mundial, pois não acompanho as redes de outros países).

1) Os personagens - Segundo os produtores, Lost nunca foi sobre mistérios, nem romances, e sim sobre seus personagens. O objetivo sempre foi que o público se apaixonasse pelos personagens, e fazendo uma análise fria, nenhum outro seriado tem a quantidade de personagens tão bem elaborados e "desvendados", se limitando a só desenvolver um ou dois personagens. Além de contar com um belo elenco, claro que estamos falando de séries americanas, mas considerando esses parâmetros, Lost tem em sua maioria, atores competentes na medida do possível.

2) Os mistérios - Não era o objetivo principal, mas os mistérios de Lost cresceram de maneira fantasmagórica. Desde os números, a física, viagens no tempo, misticismo, religião, tudo conspira para que os fãs não se limitem a assistir 1 hora de Lost por dia, e sim levar as discussões a blogs, podcasts e mesas de bar.

3) A dinâmica entre temporadas - A primeira temporada de Lost é basicamente um náufrago, pessoas se descobrindo dentro da ilha, tentando sobreviver e explorando. Já a segunda, tudo muda, a Dharma entra, e tudo se diferencia. É nessa base, em cada temporada uma nova coisa surge, toda a dinâmica da série se adapta, e em nenhum momento o telespectador sente inércia, tornando-se a experiência de "Assistir Lost" uma das mais inesperadas e prazerosas.

4) Feedback e mente aberta - Eu sou um assíduo fã de séries, mas não dá raiva quando aquele produtor faz algo que não nos agrada? E mais, não agrada a maioria do público. A história está recheada desses exemplos, como heroes, que teve uma bela 1ª temporada, para as deploráveis que vinham a seguir. Pois bem, o contrário disso é Lost, quando a fórmula começa a dar errado, e os fãs fazem barulho, Lost automaticamente muda sua dinâmica, e consegue retornar aos trilhos. Maior exemplo disso, é o fraco começo da 3ª temporada, que logo se transformou em um dos mais surpreendentes finais de temporada da história!(Quem não se lembra do "We have to go back!")

5) Começo, meio e fim - Muitas séries como Friends e Arquivo X só acabam quando estão chegando ao ponto de ficar, com todo respeito, chatas e repetitivas. Já Lost, quando começou a declinar(na 3ª temporada), eles definiram um final. Como os produtores já destacaram, o final de Lost já está agendado a 3 ano, e será exatamente como eles planejaram. O fato de uma série de tv americana ter começo, meio e fim determinados, por si só, já destaca Lost como uma das grandes da história!


Há razões para não gostar de Lost, mas se você assisti, provavelmente concorda em parte comigo, e se não assistiu, vá logo comprar seus BOXES, ou vou ter que dar mais 108 motivos?

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Moon (Lunar)



Quando se olha a primeira vez para essa produção, dirigida por Duncan Jones, filho de David Bowie, a primeira impressão é de que se trata de um capricho do filho de uma estrela, mas logo ao assistir o Trailer a coisa muda de figura e o potencial do filme fica evidente para qualquer um que goste de ficção científica; os prêmios e críticas positivas só fortificam a boa impressão deixada pelo Trailer.

O filme se passa em um futuro próximo, onde o problema de energia de nosso planeta foi resolvido, graças a utilização do Hélio-3, um isótopo nuclear do hélio que foi capaz de sanar todos os problemas energéticos da Terra, mas que só é encontrado no lado escuro da lua. A extração de tal elemento é feita pela empresa Lunar, que mantém um funcionário na Lua para manuntenção das máquinas que fazem a extração do elemento.

Este funcionário é Sam Bell (interpretado por Sam Rockwell) e sua única companhia na Lua é o computador Gerty, programado para auxiliá-lo em suas tarefas. Sam tem um contrato de 3 anos com a Lunar e, com 2 semanas faltando para o fim de tal contrato, ele não vê a hora de voltar a Terra e reencontrar sua esposa e sua filha (que nasceu quando ele já estava na Lua), entretanto tudo muda quando Sam sai para verificar um problema no maquinário de extração e encontra o corpo de um homem muito machucado. Ao chegar na base, Gerty afirma que aquele corpo é de Sam Bell!

O filme como um todo, tem pouquissímas cenas de ação, mas a partir do momento em que Sam tem de conviver com si próprio na base, o filme segue por um caminho que deixa o espectador com uma sensação de claustrofobia, compartilhada pelo protagonista, que só tem fim quando todos os mistérios são revelados.

O maior mérito do filme é o de ser uma ficção científica com vários elementos que caracterizam este gênero e também um filme de suspense sufocante com certo viés filosófico, mas em momento nenhum estes temas entram em conflito, pelo contrário, são colocados no filme de forma a se completarem.
Destaque também para a caracterização do computador Gerty, que parece ter um comportamento humano, mas a cada momento dá provas de que é um computador programado para ajudar Sam em sua missão.

Duncan Jones estreou muito bem no campo cinemátográfico, agariando boas críticas e prêmios de renome, independente de ser filho de quem é. Sam Rockwell dá um show de interpretação, já que ele é basicamente o único ator do filme inteiro e ainda assim consegue cativar o público em todas as cenas.

Enfim, fiquem com o trailer e na sequencia um vídeo com os 7 minutos iniciais do filme:







O filme foi lançado no Brasil na última semana com o nome de "Lunar" diretamente em DVD e Blu-Ray.

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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Alvo Humano


Nesse domingo, estreou nos Estados Unidos a série Human Target, baseada nos quadrinhos Alvo Humano(DC). A séria conta a história de Chance, um guarda-costas que assume um papel pessoal na vida dos seus clientes, para protegê-los de ameaças de morte, tornando-se o Alvo ao invés deles.

A série é protagonizada pelo bom Mark Valley, e conta também com Chi Mcbride e com o excepcional Jackie Earle Haley(Rorschach, Watchmen).

Seu episódio piloto foi promissor, com um ritmo bom, não demonstrou ser nenhuma obra genial, mas é um bom seriado para assistir no fim de noite. Apesar do certo clichê aplicado no roteiro, a série consegue segurar o telespectador. A única falha é o plot de "Quem é o assassino?", que provavelmente em todos episódio tentará culpar o mais improvável personagem. O problema desse plot, é que muitas vezes o roteiro não segura a tensão precisa, e se torna um clichê, usava em milhares de episódios, que acaba deixando o telespectador um pouco entediado.

Concluindo, a série teve um bom começo, e tem muito potencial.

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Google Wave: Nós testamos!



Em Maio desse ano, em uma de suas conferências, a Google plantou uma de suas maiores bombas atômicas, o Google Wave. Após meses de grande expectativa, o Radioativo conseguiu um convite para testar a versão Google Wave Preview, e vamos para uma rápida crítica.

O que é o Google Wave?

A
Antes de tudo, temos que entender o que é essa tal "grande revolução" da Google, o "Google Wave" nada mais é que, segundo os engenheiros da Google, o que seria um serviço de email atual, basicamente você cria uma conta, e adiciona contatos, e vai criando suas Waves(ondas), que podem conter gadgets e diversos aplicativos, e você poderá anexar diversos contatos a essa Wave. Os planos da google são de justamente "organizar" a internet, visto que a proposta é que grandes redes e sites(como Facebook, twitter, youtube, etc.) criem seus gadgets, e assim o usuário do Google Wave gerenciaria cada conta na Wave indicada. Por exemplos, criar várias waves, cada uma para cada um dos sites que você visitaria diariamente, isso organizaria tudo em apenas uma página, a do Google Wave.

Google Wave Preview

O Google Wave ainda caminha com passos curtos, na sua versão preview, a qual tivemos acesso, foram notados pontos fortes e fracos. Os principais pontos fortes são o visual bem amigável, e a proposta da empresa sendo moldada com êxito, outro ponto positivo são os videos explicativos sobre como criar as "waves" e usar os aplicativos e gadgets .

Já os fracos ainda são justamente a falta de material para fazer suas "waves", já que o número de gadgets são mínimos, e poucos são realmente funcionais, outro ponto fraco é que o Google Wave ainda é deserto, ou seja, não é possível trocar mensagens com quase nenhum contato. Um dos pontos que talvez tenham nos incomodado um pouco, é a dificuldade de acessibilidade em alguns pontos do sistema, o que pode fazer com que o usuário comum se perca facilmente em suas "waves".

E agora?

Temos sempre que lembrar que é uma versão Preview, com a chegada de novos gadgets, e o povoamento da rede trará bastante diversão e acessibilidade para seus usuários, se tornando uma grande revolução na internet. O grande obstáculo do Google Wave ainda é se tornar menos complexo para atingir as massas, no seu modelo atual, dificilmente se tornará popular, principalmente devido a dificuldade do usuário comum de se organizar na internet.



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sábado, 13 de junho de 2009

Mensagens Criptografadas


Com certeza você já ouviu falar em Dan Brown, certo? Mesmo que a resposta seja negativa, provavelmente já ouviu falar sobre o livro "O Código DaVinci" e/ou a polêmica causada em torno dele. Assim como "O Código DaVinci", outro livro de Dan Brown acabou de ganhar uma adaptação para as telonas, "Anjos e Demônios". Mas o assunto nem é um, nem outro, apesar de serem esses respectivamentes seus maiores sucessos, se engana quem acha que Dan Brown sempre esteve ligado a conspirações em torno da Igreja Cristã Católica, falo do livro "Fortaleza Digital", o primeiro romance do autor, lançado em 1998.



No livro, a NSA(Agência de Segurança Nacional dos EUA) constroe um super computador, capaz de descriptografar qualquer código, para ter acesso a todos os emails mandados na grande rede, sendo para evitar ataques terroristas, ou até mesmo desarmar facções mafiosas. Enquanto o livro se aprofunda em um maravilhoso mundo de curiosidades(reais, obtidas por fontes anônimas dentro da própria NSA) e de códigos e criptografia(Que fazem qualquer nerd pirar(no sentido positivo(se é que há algum sentido positivo))), uma nova "arma" contra esse super computador é criada, a chamada "Fortaleza Digital", um código inquebrável, a partir daí entramos em um mundo alucinante de conspirações e perseguições de tirar o fôlego.

O grande ponto da narrativa de Dan Brown é justamente a forma de escrita, que conduz muito bem a história de conspirações e emoções, é difícil não se supreender com cada capítulo, com cada reviravolta, e mais difícil ainda não perder o fôlego em perseguições alucinantes.

Claro que nada são rosas, como primeiro livro do autor, o livro acaba pecando um pouco nos clichês, alguns típicos dos cenários blockbusters hollywoodianos, com algumas sacadas óbvias e conduzidas de forma muito superficial. Porém nada disso estraga a leitura, mesmo com alguns clichês, a história se torna complexa, inesperada e totalmente conflitante muitas vezes, o que torna as reviravoltas cada vez mais impactantes, uma leitura feroz do começo ao fim.

Recomendado!

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sábado, 9 de maio de 2009

Uma Nova Jornada em Estrelas Antigas


Quem nunca ouviu falar em 'Jornada nas Estrelas'? A série que então já foi sinônimo de Nerdice, com os Trackers e tudo mais, parece que tinha ido para o esquecimento. Nessa década, toda tentativa de fazer com que a mania voltasse, fracassaram, e parecia que os muito bons filmes antigos de 'Jornada nas Estrelas' seriam relíquias de velhas mentes(Se vocês puderem, peguem para ver os antigos, é bom sim, esqueçam isso de 'efeitos especiais' e encontrarão belos filmes).


Colocar 'Jornada nas estrelas' nas mentes adolescentes sem desagradar muito os fãs antigos! Impossível?  Não para J.J.Abrahams(Ele mesmo, a mesma mente por trás de Lost e Fringe). 
E daí surgiu "Star Trek", o 11º filme da série "Jornada nas Estrelas".
Sinceramente, eu sempre coloquei fé no filme, mesmo não sabendo muito sobre 'Jornada nas Estrelas, e essa era a preocupação de 8 entre 10 pessoas que queriam ver o filme, "Eu não sei nada de Star Trek, como vou ir ver esse no cinema?", Podem ficar tranquilos! O filme é auto-explicativo, não precisa saber nada dos anteriores para assistir  esse novo...então, vamos a crítica.

Tendo o roteiro muito bem amarrado, o filme consegue fazer algo que poderia servir de lição para alguns filmes de Super-Heróis, contar a origem, e ao mesmo tempo não entediar o público. Em paralelo temos várias histórias, da origem de vários personagens de Star Trek clássico(Claro, se você não sabe, nesse filme conta a origem de tudo, o começo da Enterprise). Tudo acontece em um ritmo alucinante, esse é outro ponto interessante no roteiro, além do climax final, há pelo menos 2 outros momentos de tirar o fôlego, e que parecem ser até mesmo o fim do filme, as coisas acontecem e acontecem, e você não desgruda da cadeira.
A direção é impecável, apesar de não ter gostado de alguns efeitos sonoros(Não sei se isso se deve ao fato do filme ser dublado aqui, ou se realmente deram uma vacilada nos efeitos), e os efeitos, nem se fala, para uma série que é uma grande interrogação, a qualidade do elenco e da produção são invejáveis nos dias de hoje.

Corra para o cinema! E leve alguém que ache que Star Trek é coisa de nerd, com certeza, essa pessoa vai gostar muito do filme!


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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Review - Pokémon Platinum

Digam o que quiserem... foram os 200 reais mais bem gastos de toda a minha vida...


Eu comprei o jogo já com uma certa expectativa, principalmente porque à alguns anos atrás eu tomei uma decisão não tão boa: Comprar Spider-man 3 de DS ao invés de Pokémon Diamond (na Época ainda não tinha sido lançado o Platinum) e mesmo assim ficou tudo bem, até que eu acabei caindo num site sobre Pokémon e vi as noticias do "Platinum"... vendo alguns vídeos do jogo eu lembrei do Diamond, e me lembrei que o Platinum era como o "Emerald", o "Crystal" e o "Yellow" foram para sua gerações anteriores: uma versão melhorada... o ruim é que eu comecei a acompanhar as noticias e parecia que o jogo nunca ia ser lançado... já haviam sites com pré-venda, mas seria o mesmo que esperar até a data de lançamento aqui no Brasil (17/04 se não me engano)... pois bem, juntei o meu dinheirinho em Março e agora em Abril e achei um site que tinha o jogo JÁ antes de ser lançado aqui no Brasil... fiz o pedido. O Jogo que deveria chegar quinta-feira da mesma semana só chegou quinta feira da semana passada... tudo resolvido depois destes problemas, fui eu jogar... e para a minha felicidade, valeu a pena...

A História do jogo é bem legal, algumas coisas me assustaram, (Como um Cutscene que EU NÃO RECOMENDO ASSISTIR NO ESCURO TOTAL E SOZINHO) os gráficos são... bom, o que eu posso dizer é: não vá esperando jogar como se fosse um Pokémon Stadium da vida, você NÃO vai ter visão em 3ª pessoa, a "visão" é como se fosse uma câmera que filme de cima porque é assim que é o jogo, esse é o charme de Pokémon, mas mesmo assim conseguiram fazer os gráficos ficarem charmosos E bonitos...

E talvez uma das melhores coisas seja o retorno da Battle Frontier, primeiramente lançada no Emerald... não vá achando que você terminou o jogo só porque derrotou a campeã (Sim, é uma mulher... só pra VOCÊS que tem medo de mulheres) é que você está no final do jogo... Nããão, ainda tem muito a ser explorado: A Battle Area, a Resort Area, o Battleground, A Stark Mountain, e o Spear Pillar... AGAIN.

O Jogo traz também o Torn World (Distortion World) que é um mundo completamente ao contrário do seu, nessa parte da história onde você tem que adentrar o Torn World você deverá capturar (ou derrotar) Giratina, o único ser vivo daquele mundo, que abriu o Portal daquele mundo para o nosso, e que se não for derrotado (ou capturado) o nossa mundo será destruido...

Talvez toda essa minha empolgação e surpresa ao pegar o meu jogo seja porque o ultimo que eu joguei foi o Emerald, o quando eu digo que o ultimo que eu joguei foi o Emerald eu quero dizer que eu NÃO joguei Pokémon Diamond/Pearl...

Nota: 9,5

Então para finalizar: Eu recomendo...

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